Realidade em Alta

Texto de: Aline Goltara
Oi Galera,
Tudo Bem?
Para fugir um pouco da nossa rotina do blog iremos falar do Cine BR.
O Cine BR é um projeto que divulga as produções cinematográficas nacionais.
O documentário “O Cárcere e a Rua” foi exibido do último Cine Br, aqui na UVV.
Hoje com essa boa fase dos documentários nacionais fica mais abrangente a cultura e a vida de determinada parte da população brasileira. O momento é nosso, a arte é nossa e os documentários são sobre a realidade do Brasil. Nota-se que a produção cinematográfica brasileira está se desenvolvendo e o mito que só as produções que vem de fora são boas está se extinguindo. A forma de escrever um roteiro, dirigir um filme, e atuar são próprias de cada local, mas o que interessa nesse jogo delicioso de transmitir o real é convencer o telespectador, é fazer ele se transportar para a telinha, para um mundo até então distante ou mesmo próximo, mas imperceptível ao público.
A Realidade em Alta
“Boa fase do cinema nacional não fica apenas nos filmes de ficção.As quatro indicações ao Oscar recebidas por Cidade de Deus consagraram a atual fase do cinema brasileiro, que conseguiu novamente atrair o público às salas de cinema. Para se ter uma idéia do atual momento vivido, três filmes nacionais aparecem na lista dos 10 maiores públicos dos cinemas brasileiros em 2003: Carandiru (4º), Lisbela e o Prisioneiro (7º) e Os Normais - O Filme (8º). Entretanto, existe uma faceta do sucesso do cinema nacional que passa longe dos milhões de espectadores mas que, ainda assim, vem lotando as salas de cinema: os documentários.” (Francisco Russo).
É interessante destacar, para curiosidade dos leitores, que o primeiro documentário brasileiro a chegar ao circuito foi “Rio de Jano”, em fevereiro. O filme é na verdade uma espécie de making of do álbum criado pelo cartunista francês Jano para retratar a cidade do Rio de Janeiro.
A partir desse momento os documentários brasileiros vem ganhando seu espaço na medida em que cresce o interesse pelo real e a credibilidade a filmes nacionais aumenta.
Um fato que comprova essa afirmativa são os prêmios que os documentários brasileiros vem recebendo, desbancando filme e produções do mundo todo. O documentário o Cárcere e a Rua ganhou prêmio de Melhor Documentário do Festival de Gramado 2004. Lembrando que o Festival de Gramado é o maior e mais tradicional Festival de cinema no Brasil.
Outros prêmios, até mesmo internacional:
Tudo Bem?
Para fugir um pouco da nossa rotina do blog iremos falar do Cine BR.
O Cine BR é um projeto que divulga as produções cinematográficas nacionais.
O documentário “O Cárcere e a Rua” foi exibido do último Cine Br, aqui na UVV.
Hoje com essa boa fase dos documentários nacionais fica mais abrangente a cultura e a vida de determinada parte da população brasileira. O momento é nosso, a arte é nossa e os documentários são sobre a realidade do Brasil. Nota-se que a produção cinematográfica brasileira está se desenvolvendo e o mito que só as produções que vem de fora são boas está se extinguindo. A forma de escrever um roteiro, dirigir um filme, e atuar são próprias de cada local, mas o que interessa nesse jogo delicioso de transmitir o real é convencer o telespectador, é fazer ele se transportar para a telinha, para um mundo até então distante ou mesmo próximo, mas imperceptível ao público.
A Realidade em Alta
“Boa fase do cinema nacional não fica apenas nos filmes de ficção.As quatro indicações ao Oscar recebidas por Cidade de Deus consagraram a atual fase do cinema brasileiro, que conseguiu novamente atrair o público às salas de cinema. Para se ter uma idéia do atual momento vivido, três filmes nacionais aparecem na lista dos 10 maiores públicos dos cinemas brasileiros em 2003: Carandiru (4º), Lisbela e o Prisioneiro (7º) e Os Normais - O Filme (8º). Entretanto, existe uma faceta do sucesso do cinema nacional que passa longe dos milhões de espectadores mas que, ainda assim, vem lotando as salas de cinema: os documentários.” (Francisco Russo).
É interessante destacar, para curiosidade dos leitores, que o primeiro documentário brasileiro a chegar ao circuito foi “Rio de Jano”, em fevereiro. O filme é na verdade uma espécie de making of do álbum criado pelo cartunista francês Jano para retratar a cidade do Rio de Janeiro.
A partir desse momento os documentários brasileiros vem ganhando seu espaço na medida em que cresce o interesse pelo real e a credibilidade a filmes nacionais aumenta.
Um fato que comprova essa afirmativa são os prêmios que os documentários brasileiros vem recebendo, desbancando filme e produções do mundo todo. O documentário o Cárcere e a Rua ganhou prêmio de Melhor Documentário do Festival de Gramado 2004. Lembrando que o Festival de Gramado é o maior e mais tradicional Festival de cinema no Brasil.
Outros prêmios, até mesmo internacional:
- Melhor Documentário do Fórum Doc.BH 2004
- Prêmio José Lewgoy de melhor Longa Metragem
- Melhor Filme do II Festival Internacional de Cinema Feminino
- Melhor Documentário do Festival Internacional El Ojo Cojo (Espanha).
- Melhor Documentário do IMARgens (Cabo Verde), 2005
- Melhor Filme do IV Encuentro Hispanoamericano de Vídeo
- Documental Independiente (México)
Enfim,está mais que na hora de valorizar o que é nosso e não deixar está produção cinematográfica espetacular se transportar para outros países por falta de reconhecimento dos brasileiros. Temos mais que exemplos que somos de primeiro mundo na arte de retratar o real de forma dinâmica, sentimental e atraente. São os especialistas em fazer a arte por amor ao cinema, por amor a denuncia da realidade, com o intuito de mostrar esses diversos “mundos” ao planeta.
CURIOSIDADES:
- O primeiro filme a ser considerado um marco histórico do gênero é Nanook of the North (1922) de Robert Flaherty. O filme narra a luta pela sobrevivência de uma família de esquimós na Baia de Hudson. O que destacou Nanook dos demais filmes de viagens feitos na época é o fato de ele incorporar às imagens naturais, estratégias próprias da narrativa ficcional.O primeiro filme é de Robert Flaherty, no entanto, a criação do termo documentário é creditada ao escocês John Grierson, pioneiro no estudo do documentarismo e criador da Escola Britânica de Documentários, conhecida como a primeira no mundo a se dedicar ao estudo do assunto. Grierson foi responsável pelo reconhecimento da produção fílmica enquanto produção autoral específica, conforme entendemos atualmente, na Inglaterra dos anos de 1930.
- Em Portugal: A legislação portuguesa em vigor (Portaria n.º 878/2003, de 20 de Agosto) estabelece que se consideram «DOCUMENTÁRIOS DE CRIAÇÃO aqueles que contenham uma análise original de qualquer aspecto da

1 Comentários:
Às 6 de setembro de 2007 às 10:24 ,
Fabiano Rossi disse...
Oieee linee gostosaaa..
PARABÉNS PELO BLOG!
Está SENSACIONALLL!!!
lINDOOO..
BEIJÃO..
Fabiano Rossi
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