Intercâmbio On-Line

O seu Universo Cultural na Internet

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Sistema Carcerário no Espírito Santo

Texto: Gizeli Simon

Atualmente o sistema carcerário no E.S tem como sempre sofrido um descaso total do governo. Cadeias com excesso de lotação, pessoas que apesar de terem cometido crimes a sociedade, estão vivendo um caos, refletindo a crise que tem passado o país. O excesso de lotação nas cadeias do estado traz revolta dos presos, por viverem um dia a dia desumano e a sociedade o medo, que por causa da grande lotação gera violência e fugas.
Temos que nos preocupar e exigir dos órgãos governamentais atitudes. Apesar de toda a preocupação da população muita coisa tem que mudar, as cadeias tem que reabilitar o preso, para que ele possa voltar a sociedade e conseguir viver nela, e não é o que acontece. O preso ao sair do cárcere continua acometer crimes ou ficam perdidos em uma sociedade que os descriminam.
O sistema sofre com o descaso do governo e a população sofre com a violência
.

" O Cárcere e a Rua "




Texto de: Taísa Vilela
Thamires Piol

Ei internautas! na postagem de hoje vamos fugir um pouco do tema central do nosso blog para dar espaço a um comentário sobre o “O cárcere e a Rua”, um documentário brasileiro que narra a historia de algumas presidiárias da penitenciária Madri Pelletier, em Porto Alegre.

As “atrizes” que ganharam destaque no filme foram três: Cláudia, presa por cometer latrocínio. Na prisão aprendeu muito com seus erros, como a sobreviver com tão pouco, a se defender do perigo, mostrando ser uma mulher guerreira e protetora.

Betânia condenada por ter feito dois assaltos, aparenta ser muito humorada. Na cadeia descobre o seu lado homossexual tendo um relacionamento com uma companheira de cela. Depois de obter o regime semi-aberto e autorização para visitar sua tia, ela resolve fugir e retoma alguns prazeres deixados de lado na prisão, como atração pelo sexo masculino. Depois de envolvimentos com muito homens sua frase ao final do documentário foi marcante: “os homens não prestam”.

No filme uma questão discutida é fato das prisões terem suas próprias leis, como na masculinas os próprios presos condenam o estupro, nas cadeias femininas sofre aquela que comete crime contra crianças. E Juliana na cadeia é alvo dessa regra tão temida. Rostinho de menina, que jurava inocência, estava condenada por ter matado o próprio filho. Nos perigos da prisão encontrou em Cláudia a mãe que nunca teve, lá também mostrou diversas personalidades e seu final foi o manicômio jurídico.

Depois de anos na penitenciária pagando por seus crimes e desejando cada dia mais sua liberdade, essas mulheres entram em choque com o mundo aqui fora, não o reconhecem mais e a inclusão social se torna cada vez mais difícil tanto pelo preconceito quanto por sua auto-recriminação e medo.

Realidade em Alta


Texto de: Aline Goltara

Oi Galera,
Tudo Bem?
Para fugir um pouco da nossa rotina do blog iremos falar do Cine BR.
O Cine BR é um projeto que divulga as produções cinematográficas nacionais.
O documentário “O Cárcere e a Rua” foi exibido do último Cine Br, aqui na UVV.
Hoje com essa boa fase dos documentários nacionais fica mais abrangente a cultura e a vida de determinada parte da população brasileira. O momento é nosso, a arte é nossa e os documentários são sobre a realidade do Brasil. Nota-se que a produção cinematográfica brasileira está se desenvolvendo e o mito que só as produções que vem de fora são boas está se extinguindo. A forma de escrever um roteiro, dirigir um filme, e atuar são próprias de cada local, mas o que interessa nesse jogo delicioso de transmitir o real é convencer o telespectador, é fazer ele se transportar para a telinha, para um mundo até então distante ou mesmo próximo, mas imperceptível ao público.


A Realidade em Alta
“Boa fase do cinema nacional não fica apenas nos filmes de ficção.As quatro indicações ao Oscar recebidas por Cidade de Deus consagraram a atual fase do cinema brasileiro, que conseguiu novamente atrair o público às salas de cinema. Para se ter uma idéia do atual momento vivido, três filmes nacionais aparecem na lista dos 10 maiores públicos dos cinemas brasileiros em 2003: Carandiru (4º), Lisbela e o Prisioneiro (7º) e Os Normais - O Filme (8º). Entretanto, existe uma faceta do sucesso do cinema nacional que passa longe dos milhões de espectadores mas que, ainda assim, vem lotando as salas de cinema: os documentários.” (Francisco Russo).


É interessante destacar, para curiosidade dos leitores, que o primeiro documentário brasileiro a chegar ao circuito foi “Rio de Jano”, em fevereiro. O filme é na verdade uma espécie de making of do álbum criado pelo cartunista francês Jano para retratar a cidade do Rio de Janeiro.
A partir desse momento os documentários brasileiros vem ganhando seu espaço na medida em que cresce o interesse pelo real e a credibilidade a filmes nacionais aumenta.
Um fato que comprova essa afirmativa são os prêmios que os documentários brasileiros vem recebendo, desbancando filme e produções do mundo todo. O documentário o Cárcere e a Rua ganhou prêmio de Melhor Documentário do Festival de Gramado 2004. Lembrando que o Festival de Gramado é o maior e mais tradicional Festival de cinema no Brasil.
Outros prêmios, até mesmo internacional:


  • Melhor Documentário do Fórum Doc.BH 2004
  • Prêmio José Lewgoy de melhor Longa Metragem

  • Melhor Filme do II Festival Internacional de Cinema Feminino

  • Melhor Documentário do Festival Internacional El Ojo Cojo (Espanha).

  • Melhor Documentário do IMARgens (Cabo Verde), 2005

  • Melhor Filme do IV Encuentro Hispanoamericano de Vídeo

  • Documental Independiente (México)

Enfim,está mais que na hora de valorizar o que é nosso e não deixar está produção cinematográfica espetacular se transportar para outros países por falta de reconhecimento dos brasileiros. Temos mais que exemplos que somos de primeiro mundo na arte de retratar o real de forma dinâmica, sentimental e atraente. São os especialistas em fazer a arte por amor ao cinema, por amor a denuncia da realidade, com o intuito de mostrar esses diversos “mundos” ao planeta.

CURIOSIDADES:

  • O primeiro filme a ser considerado um marco histórico do gênero é Nanook of the North (1922) de Robert Flaherty. O filme narra a luta pela sobrevivência de uma família de esquimós na Baia de Hudson. O que destacou Nanook dos demais filmes de viagens feitos na época é o fato de ele incorporar às imagens naturais, estratégias próprias da narrativa ficcional.O primeiro filme é de Robert Flaherty, no entanto, a criação do termo documentário é creditada ao escocês John Grierson, pioneiro no estudo do documentarismo e criador da Escola Britânica de Documentários, conhecida como a primeira no mundo a se dedicar ao estudo do assunto. Grierson foi responsável pelo reconhecimento da produção fílmica enquanto produção autoral específica, conforme entendemos atualmente, na Inglaterra dos anos de 1930.
  • Em Portugal: A legislação portuguesa em vigor (Portaria n.º 878/2003, de 20 de Agosto) estabelece que se consideram «DOCUMENTÁRIOS DE CRIAÇÃO aqueles que contenham uma análise original de qualquer aspecto da

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

A Finalidade

Esse blog foi criado a partir da disciplina de jornalismo digital, cursada pelos alunos do sexto período de jornalismo da UVV. O Intercâmbio On-line é composto por Aline Goltara,Gizeli Simon, Taisa Vilela e Thamires Piol.

Temos o intuito de divulgar as mais variadas formas de cultura de todas as partes do mundo, apresentando as características e individualidades de cada universo cultural.
Partimos do princípio que saber conviver com as diferenças dos outros é questão de inteligência e sobrevivência.

Então embarque com a gente nesse universo cultural e divirta-se!!!!!!!!!!!!!!!!



Bem- vindo!!!!!!!!!!!!!!!!!